Quem nunca pensou em comprar um imóvel ou fazer um upgrade?

Muito antes de ser um investimento, nossa casa é nosso lar. Todos precisamos ter um lugar para morar, nos proteger, criar os filhos, ou simplesmente pensar na vida em frente da TV nova. Ter um endereço pra chamar de seu é tão fundamental que está entre as primeiras preocupações na vida, depois da conquista de um emprego ou um certa estabilidade, concorda? Com a chegada da “crise”, entretanto, muita gente teve que adiar o sonho da casa ou apartamento próprio, fosse novo ou usado a intenção da compra. O mercado parou. Até o bloco de classificados no jornal minguou. A boa notícia é que os ventos começam a mudar.

O ministro da economia vem acertando a mão

A equipe econômica está fazendo a sua parte. A queda continuada da taxa de juros básica é um excelente indicador e traz perspectivas de uma virada. Segundo o consultor econômico Ricardo Amorim, os primeiros setores a se recuperarem depois de uma crise costumam ser o automotivo e o imobiliário. Ou seja, é tempo de começar a pensar novamente em investir em imóvel, enquanto o pessimismo ainda domina quem está desinformado. O pior já passou, afirma ele.

Vai ficar mais fácil comprar. E mais caro também

A recuperação deve ser lenta mas progressiva. Alguns economistas dizem que já é possível vislumbrar a Selic num patamar de 8,5% ao ano. Com os bancos acompanhando essa tendência e diminuindo os juros dos financiamentos, as prestações podem cair mais de 30%!! Mas atenção: quando aumenta a procura, você já sabe o que acontece. O preço vai junto.

Primeiro imóvel tem desconto nas custas de escritura e registro

Pouco conhecido, o direito está garantido desde 1973, graças à lei federal nº 6.015. Tomemos como exemplo:

Quem está comprando o primeiro imóvel e vai pagar por ele menos de R$ 800 mil – o que significa que pode ser financiado no Sistema Financeiro de Habitação – pode exigir desconto de até 50% no valor pago pela escritura e pelo registro de imóvel.

Para usufruir desse direito, é importante que o comprador apresente toda a documentação necessária e peça ao cartorário o desconto. A notícia ruim é que na hora de comprar não for utilizado o desconto não poderá pedir o reembolso posteriormente.